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Archive for the ‘Bionergetica’ Category

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Um complexo quebra-cabeças: este é o autoconhecimento comandado pela mente.

“Sábio” seria aquele que acumulou o maior número de peças, e focou sua energia em encontrar as que lhes faltam, até que resta a última…

E percebe então que todas as crianças possuem naturalmente aquela peça.
Mas nota que nele, ela não se encaixa, de nenhuma forma…

Até que, interrompendo um pouco o pensamento, a chave do mistério se faz: as crianças não possuem quebra-cabeças algum!

São livres… Transparentes… Ingênuas, sim – mas livres!

O sábio nota, então, que o conhecimento é um caminho – e não um fim.
Ele o guia de volta à INOCÊNCIA.

E então permite que a simplicidade e a Luz vibrem de dentro pra fora, sobre todas as peças, sabendo que elas desaparecerão – verdades, lógicas, processos analisados… Todos foram apenas indicadores do que precisava ser liberto – e não guardado.

E então ele dança, com as crianças, a sua liberdade. E sabe que a única coisa que o difere delas é ele ESCOLHEU a Inocência – e ela será sempre viva nele, por mais que envelheça.

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Um dos maiores obstáculos à expansão total de um Ser é a somatória dos famosos “padrões”. Sentimentos que geram pensamentos de auto sabotagem, como a culpa, o medo, a incerteza, a minusvalia…entre tantos outros.

Eles ecoam na mente e esperam, à espreita, prontos para dar o bote quando tentamos fazer algo que nos engrandeça – ou melhor, que expresse nossa real riqueza.

PENSAMENTOS SÃO ENERGIA. SENTIMENTOS SÃO ENERGIA. Sejam eles interessantes ou não, são criações. Somos criadores por excelência, criamos o tempo todo, conscientes ou não.

É só sentir determinada coisa perante um acontecimento. Aí já vem a mente e classifica esta emoção. Se ela trouxe contentamento, passa despercebida – claro, o natural é ser feliz, então, sem alardes para isso. Mas se ela trouxe dor… 

…Um alerta geral é acionado. Um cartaz escrito “perigo” é colocado sobre a dor, e a mente, que se acha especialista em medos, começa a formar explicações, a fim de resolver o problema. E com sua lógica, inventa as lógicas mais malucas para defender todo o sistema (você) de uma nova dor.

E isso vai desde um “eu nunca mais amarei alguém” até o “claro, a culpa desta dor – minha e do doutro – é toda minha”.

Mais alguns?

“Eu nunca vou ser bem sucedido na vida”.

“Eu sempre vou machucar as pessoas” (com variações para “as pessoas sempre vão me machucar”).

“Sou assim – triste, rancoroso, infeliz – por causa da minha família”.

“Todos querem me usar”.

… e tantos outros, mas sempre caindo na questão da culpa. Ou é culpa sua – e aí você passa a vida sem direito a existir… Ou é dos outros, e você passa a vida sentindo mágoas, e o pior – preso, porque se os outros têm tanto poder sobre você…então você não consegue nem respirar sozinho! 

A culpa é uma ilusão. E também uma distração.

Porque enquanto você culpa o outro, não precisa olhar para si mesmo. Mas a responsabilidade sobre sua felicidade é sua! (E ainda bem, porque senão…aí sim a coisa ia ficar feia. Imagine sua felicidade longe das suas mãos!).

E mais – quem culpa o outro por estragar sua vida, vai automaticamente culpar-se por estragar a vida dos outros…

Mais uma distração. Agora você não é mais a vítima, mas é o réu. Portanto, ainda não saiu do drama.

Porque enquanto você se culpa por destrambelhar a vida alheia, não precisa viver a sua. Não precisa se olhar e ver que não está dando o seu melhor. Que não está sendo você mesmo. Porque, ao se olhar, é o que vai ver: Ninguém consegue culpar-se quando doa o seu melhor.

Hum, então encontramos outra culpa, não? Sentir-se culpado por não estar doando o seu melhor?

Mais uma distração. Enquanto puder se culpar por isso, não vai precisar fazer o que desde o começo quer fazer: SER VOCÊ MESMO.

Então, só existe uma saída: Sair do drama. Sem culpados, sem vítimas. Sem limitar sua vida colocando-a sob expectativas que envolvem as outras pessoas. Sendo você mesmo, com amor pelo que é, sabendo que o seu melhor é expandido e doado a cada dia, e que você não é uma fonte de felicidade para ninguém. Só para si mesmo. E os outros não são sua fonte de felicidade – são companheiros no compartilhar da vida. E respeitados, por alguém que se respeita; e amados, por alguém que se ama: você.

E a cada vez que o padrão da culpa rondar sua mente, tentando sobreviver em você, dê a ele o que ele merece: o merecido descanso. E respire-o, amorosamente para fora de você. Pois se um dia ele veio para trazer um aprendizado, hoje merece descansar – e se transformar em Luz. Então, que a cada respiração ele seja liberto – e que já transformado em gratidão, seja inspirado… e se torme matéria prima para suas novas criações.

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Liberdade

Liberdade. Sonho dos grandes, ao longo da história. Por séculos e milênios lutamos por terras, por um lar. Pela terra lutamos e matamos, pela terra nos separamos e nos unimos. Por um espaço conquistado em um grandioso planeta, a fim de nos sentirmos filhos em seu seio. A fim de deixarmos nosso sangue como atestado de filhos legítimos de um solo. A fim de o fazermos sagrado e assim podermos ser dignos dele.

E assim, estranhos se uniram – nações se fizeram. O amor que unia os seus era o desamor que separava cada povo, na mesma terra que a todos acolhia. O desejo de crescer foi focalizado pelo desejo de possuir. E o poder perdeu as asas da liberdade para o domínio. E na ânsia de ter um lar passamos a disputá-lo, inutilmente, ao longo das gerações. E irmãos se viram privando irmãos de desfrutar a vida, em busca de uma vida sem sentido.

E mais batalhas vieram. Pela astúcia, pela vaidade, pela fama, por posses… e mais uma vez a divisão. Por castas, por reinos, continentes… por classes, raças, por libertação de domínios… e por religiões. Separando em nome do Pai – Deus. Separando em nome da Mãe – a Terra.

Mas o amor – que une o que toca – começou a quebrar as divisões. Miscigenação. Integração entre fronteiras. Troca de valores comerciais trazendo trocas de culturas e vida entre os povos. E riquezas não-comercializáveis passaram a ser sonhos de conquista… Mais uma vez a busca de tirar do outro o que lhe falta. E disputas pela supremacia. E disputas pela melhor religião. E disputas entre os sexos. E disputas pela melhor cultura. E disputas, e disputas…

… E a luta continuou. Até que se tornou insustentável quando descobrimos que realmente amamos. Que amamos aqueles que se vão. Que amamos a vida quando é compartilhada. E a guerra passa a perder seu sentido. E aceitamos, relutantes, que há espaço e vida para todos sobre o seio da mesma Mãe. Que há luz para todos sob os olhos do mesmo Pai.

Então nos olhamos. E vemos que nossas diferenças nos tornaram cegos para a visão de nossas semelhanças. Buscamos, desde o início, um sonho que nos trouxe à guerra. O sonho da dignidade em pisar um solo sagrado e respirar a Luz.

E o sonho de liberdade finalmente se volta para sua verdadeira origem – dentro de nós. A batalha continua. A maior, e derradeira batalha… Silenciosa como a paz, gloriosa como um grito de vitória.

É o momento da maior de todas as batalhas – a da liberdade total. Dentro de cada coração, dentro de cada vida e cada Ser. A de aceitarmos as diferenças como riquezas, a de nos descobrirmos livres, por criações únicas que somos. A batalha sem derrotados, sem conquistadores sobre outros. A batalha pela reconquista de nós mesmos.

O sonho se torna uma semente. Viva e real. E a cada fio do passado de separação desfeito, a grande malha se esvai. As muralhas caem, e as asas se abrem para o vôo pelo reconhecimento de um lar que sempre esteve aqui. Para todos. Sendo diferentes. Sendo únicos e ricos. Sendo amados e abençoados.

E neste novo lar nos abraçaremos. E cantaremos nossas vitórias. E dançaremos nossa liberdade. Senhoras… Senhores… Aceitam esta contradança?

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Sobre o tempo

Tempos novos. Tempo em que tudo o que é antigo não nos cabe mais. Tempo de querer mais vida do que sobreviver, simplesmente.

Tempo de buscar mais a paz que competições. Tempo de buscar mais o amor, mais a verdade –  e menos as ilusões.

Tempo de buscar o que é profundo, sem perder a intensidade de tudo que se consome com a força do fogo. De buscar o fogo dentro das águas… E compartilhar tudo.

Buscamos paz, serenidade, num mundo em que o tempo parece correr cada vez mais. Buscamos, acelerados, a serenidade… E o que parece tão controverso só se faz verdade dentro de nós. Quando o mundo de dentro do peito vive em paz. E então, tranquilamente percorremos, velozes, a transformação do mundo.

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E a cada dia você  enfrenta a si mesmo, com seus sonhos.

E com seus medos.

E os coloca lado a lado, escolhendo momentos em que resolve impulsionar  o sonho, e momentos em que escolhe desafiar o medo.

E se, por um momento, os colocasse frente a frente – o sonho e o medo?

Conseguiria o medo continuar temendo o sonho? Ou se apaixonaria por ele?

 

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Existem formas e mais formas de harmonização e ancoramento com a energia planetária, de invocações e mantras a cânticos, mandalas… até as caminhadas ao luar, um mergulho no mar com coração aberto…

Mas no dia-a-dia, muitas formas simples e profundas  fazem a diferença. Escolhi para compartilhar esta, a canalização de uma invocação xamânica que engloba tudo o que somos, o que sempre recebemos, o que temos a perceber para que nos sintamos realmente filhos de uma Grande Mãe. Com uma leitura concentrada, e algumas respirações profundas, a fusão pelo coração acontece!

INVOCAÇÃO A GAIA


 

Mãe Terra, Terra Mãe,

Me permite entrar no seu seio.

Me permite ser parte da sua estrutura de Luz.

Me coloque no ciclo do seu amor e da sua verdade, me trazendo o alimento da matéria que cabe a mim por justiça divina.

Me faz parte da Natureza Mãe que alimenta a Luz Material.

Enraíza meus planos na sua estrutura de força, coloca à prova cada um que se colocar no caminho da minha Luz.

Me dê de beber da seiva do seu centro vital, ajusta meu eixo e me sustenta em todo trabalho realizado com Amor, preenchendo cada célula do meu corpo com este Amor alimento e força.

Me dê seu colo amoroso nos dias difíceis, me lembre que a tempestade e o furacão são as formas de limpeza da Mãe Natureza e depois da transformação há o momento de recomeçar, com confiança e fé.

Porque sou parte de Tudo, das montanhas, da relva, das árvores, da cachoeira cristalina.

Sou como cada fruto que amadurece, cada flor que desabrocha, cada folha que cai.

Sou cada gota de água salgada do mar poderoso e irmão mais velho.

Sou irmão do lobo, do urso, da borboleta.

Sou amigo da águia, do falcão.

Sou água, sou terra, sou ar e sou fogo.

Sou rocha antiga, sou chuva nova.

Trago comigo a energia das plantas e animais que se doaram para que existisse até agora, sou o poder do sacrifício por Amor.

Sou o sorriso doce de cada Elemental que se oferece nos trabalhos de Luz.

Me permita honrar meus irmãos e merecer seu colo, seu sorriso e seu nome de minha Mãe.

Obrigado.

(canalizada por Rejane Moreno)

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